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Será que a imunizadora fez um bom trabalho?

O controle de pragas é um trabalho para profissionais. Apenas equipes treinadas conseguem identificar os focos de infestação e realizar a dedetização do ambiente com segurança. Sendo assim, como um leigo pode saber se o trabalho da imunizadora deu certo?


Nós já comentamos várias vezes, aqui no blog, que insetos e ratos se escondem com facilidade. A proliferação da colônia começa de maneira discreta. Quando há marcas nos móveis, barulhos no telhado ou fezes atrás dos armários, é porque a situação está grave, mesmo que você nunca tenha visto os invasores.


Ou seja: se a presença dessas criaturas pode passar despercebida, quem garante que a empresa responsável pela desinfestação resolveu o problema? É sobre isso que vamos falar a seguir.


Cuidados na contratação da imunizadora

Sempre que possível, dê preferência ao controle preventivo de pragas. O tratamento serve para criar uma barreira no local, impedindo que baratas, cupins e outros seres se instalem ali.


Trata-se de uma medida de segurança sanitária indispensável para escolas, hotéis e quaisquer estabelecimentos com grande circulação de pessoas. Em alguns ramos, como as empresas alimentícias, a imunização preventiva chega a ser exigida por lei.


Infelizmente, muitos gestores negligenciam esses cuidados. A consequência é a infestação por animais que não só causam quebra na mercadoria, como podem transmitir doenças. Chega o momento, então, do tratamento curativo. Nesse caso, a desinsetização e a desratização servem para eliminar colônias já existentes.


Qualquer que seja o motivo para realizar o serviço, vale a pena ficar de olho na credibilidade da equipe. A avaliação da dedetizadora começa antes mesmo da contratação. Confira três precauções que você deve tomar nesse estágio:


1. Verifique se a imunizadora tem licença

Somente profissionais autorizados podem conduzir procedimentos de controle de pragas. No Rio Grande do Sul, o órgão responsável pela licença e pela fiscalização da atividade é a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam).


Certifique-se de que o registro da companhia está em situação regular. A imunizadora também deve respeitar a resolução RDC Nº 622/2022, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


2. Desconfie de orçamentos muito camaradas

Existe um custo operacional mínimo para atingir a excelência do serviço. É preciso treinar os trabalhadores que farão a dedetização, comprar equipamentos de proteção individual (EPIs) e investir em produtos de boa procedência. Todos esses elementos vão incidir sobre o preço final.


Se o valor estiver muito abaixo da média do mercado, pense duas vezes antes de fechar negócio. A empresa provavelmente utiliza mão de obra pouco qualificada ou emprega inseticidas que não surtirão efeito.


3. Conheça a reputação da marca

Saber a opinião de clientes anteriores ajuda a decidir se a imunizadora merece confiança. Você pode pedir indicações para colegas ou, quem sabe, visitar sites de atendimento ao consumidor. Por exemplo, o Reclame Aqui registra queixas e outras situações problemáticas envolvendo empresas de diversos segmentos.


Saiba mais: Quais empresas devem fazer controle de pragas para obter alvará?


Como avaliar a imunizadora durante o serviço

Escolher uma desinsetizadora não significa confiar irrestritamente no trabalho dela. O comportamento da equipe durante a execução da tarefa demonstra credibilidade – e você deve avaliá-lo. Conheça os indicadores:


Investigação técnica

Primeiro, é importante que os especialistas façam uma investigação técnica no perímetro. Essa etapa engloba a identificação das espécies invasoras e a localização dos núcleos das colônias.


O procedimento é imprescindível para saber quais substâncias domissanitárias utilizar. Por exemplo, o princípio ativo que funciona contra mosquitos não é o mesmo para controlar cupins. A quantidade de cada produto também varia, dependendo do grau de infestação do ambiente.


Já na desratização, a investigação técnica serve para definir os pontos de iscagem. Esses são os lugares onde serão fixadas armadilhas para capturar roedores.


Boas práticas

Após a fase inicial, parte-se para a imunização propriamente dita.


Alguns procedimentos, como a instalação de armadilhas luminosas, não interferem na rotina do cliente. Porém, quando o controle de pragas envolve a pulverização de substâncias químicas, exige-se a evacuação do local por um tempo mínimo de 12 horas.


Você pode observar se a empresa contratada segue um manual de boas práticas. Ela deve fornecer orientações prévias para o consumidor preparar a área. São informações do tipo “guarde utensílios de cozinha em armários fechados” ou “remova plantas e animais domésticos do recinto”.


Durante a realização do controle de insetos, apenas o pessoal designado pode permanecer no interior do prédio. Todos devem estar uniformizados e vestir EPIs.


Portas e janelas são vedadas, impedindo o vazamento dos produtos tóxicos. Essa é outra prova de que a operação está sendo conduzida em segurança.


Como saber se a dedetização funcionou

Depois de tanta cautela, espera-se um resultado satisfatório, certo? Abaixo, separamos algumas evidências de que o trabalho da imunizadora deu certo. Confira:


1. A infestação chegou ao fim

A maior prova de que a desinsetização funcionou é a ausência de formigas, aranhas ou baratas no entorno. A sujeira deixada por esses e outros invasores também tende a sumir.


2. Se não chegou ao fim, há garantia

Contudo, lembre-se de que tanto insetos quanto ratos têm hábitos noturnos. A maioria deles foge da presença humana e só vê a luz do dia em raras ocasiões. Portanto, deparar-se com uma criatura indesejada, em pleno horário comercial, significa que algo deu errado.


É por essa razão que a imunizadora deve conceder garantia do atendimento prestado. Durante o período de vigência, os técnicos podem retornar à área e verificar se houve falha no processo. Qualquer irregularidade será corrigida sem custos adicionais.


3. Os relatórios também comprovam

E aí retomamos a dúvida inicial do artigo de hoje: se as pragas conseguem se esconder, como ter certeza de que o problema foi resolvido?


Com relatórios técnicos que forneçam dados reais sobre a desinsetização e a desratização. A lista inclui desde o parecer do biólogo responsável até o comprovante de execução do serviço.


Onde encontrar imunizadora de confiança

Precisa de uma imunizadora séria para acabar com as criaturas indesejadas? Conte com a Desinservice.


Nossos clientes têm a opção da modalidade contratual. Nesse tipo de contratação, enviamos informativos mensais sobre os procedimentos realizados. Incluímos, ainda, fotos dos locais, sugerindo melhorias contínuas no controle de pragas.


Os pontos de iscagem recebem código QR e são monitorados por meio de um sistema inteligente. Essa solução tecnológica permite atualizações em tempo real sobre o nível de infestação do ambiente.


Vale destacar que todos os mapeamentos, relatórios e documentos fiscais ficam disponíveis na área do cliente. O dashboard on-line pode ser acessado sempre que você quiser. Esse é um compromisso que assumimos para assegurar a transparência e, consequentemente, a qualidade do nosso trabalho.


Gostou? Entre em contato conosco e solicite um orçamento para controle de insetos, controle de ratos, controle de pombos ou controle de cupins e brocas.


Por:

Jefferson Hoffmann - Especialista em Saúde Ambiental

Diretor da Desinservice, uma das empresas de maior referência no segmento de Saúde Ambiental no Brasil. Apaixonado pelo tema desde berço, é especialista nos serviços de saúde ambiental, com qualificação no Brasil e em países como EUA, Portugal e Índia. Já foi considerado Personalidade do Ano pelo seu empreendedorismo inspiracional.

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