Os Cuidados para uma boa limpeza de caixa d’água

Conforme a Lei estadual nº 9 751/92, todos os prédios do Rio Grande do Sul têm que assegurar os padrões de potabilidade para o consumo humano. A inobservância da regra pode render multa ou até a interdição de estabelecimentos comerciais.



Sua periodicidade deve ser de no mínimo seis meses, não só porque sente-se mau cheiro, ou por sujeiras aparentes, este período deve ser observado porque boa parte das ameaças são insípidas, incolores e inodoras tanto quanto a própria água potável deve ser.

A água fornecida por Dmae e Corsan são tratadas e seguras para consumo, porém, ela não chega completamente pura ao reservatório. Algas, minerais e microrganismos, vão se acumulando no reservatório. Até mesmo barro pode vir pelos canos, dependendo das condições de captação na localidade.

É normal a formação de lodo nas paredes internas da caixa d’água. As incrustações vão se formando e quanto mais escuras, torna a manutenção cada vez mais difícil.

A falta de manutenção/limpeza da caixa d’água pode acarretar pequenas fissuras. Podendo até encontrarmos rachaduras levam a infiltrações.

Já pensou se o reservatório estoura? É prejuízo na certa.

Outro quesito muito importante é a vedação deste reservatório, as pragas urbanas, podem usar como fonte para matar a sua sede invadindo a caixa d’água desprotegida.

A limpeza da caixa d’água é uma preservação da saúde dos moradores dos condôminos, e torna-se indispensável para preservar seu patrimônio material.

Além da visita das pragas urbanas como baratas, ratos pombas etc. temos também os microrganismos vivendo neste ambiente como as bactérias, protozoários e outros patógenos. Muitos deles são eliminados ainda na estação de tratamento, mas alguns conseguem se proliferar na caixa d’água, especialmente se houver sujeira.

Poços Artesianos: Dificilmente existe um monitoramento das autoridades sanitárias, o risco de contaminação fica mais elevado.

Agora imagine beber ou mesmo cozinhar usando água contaminada por Salmonella e E. Coli. Risco grave, né? As pessoas podem ter intoxicação alimentar, febre tifoide, gastroenterite e outras doenças do sistema digestivo.

Felizmente, a limpeza de caixa d’água interrompe a proliferação desses agentes nocivos. O procedimento também impede a reprodução de outros vetores, como insetos.

Em resumo, a higienização da caixa d’água contribui para a manutenção da estrutura e sinônimo de respeito à saúde pública.

Os Cuidados:

  • Esta operação, além da exigência de regularidade com a Norma Técnica da Secretaria da Saúde de sua cidade, traz situações que se enquadram nas Normas Regulamentadoras de trabalho de risco, como trabalho em altura (NR35) e em espaço Confinado (NR33). Funcionários habilitados e cumprindo requisitos de PPRA e PCMSO.


Ao programar a desinfecção da caixa d’água, esvazie o reservatório programado para que no dia da execução dos serviços, a caixa esteja com uns 20cm de altura de água. Efetuado o serviço, a empresa deverá oferecer um Laudo atestando a potabilidade da água, assinado por um engenheiro químico.


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