Como evitar brigas no condomínio por causa de pets


O direito de um termina quando começa o do outro. E isso não pode ser ignorado


Todo mundo adora pets. Mas o que não incomoda uma pessoa, pode ser um tormento para outra. Se você não se incomoda que seu animal faça cocô no jardim do prédio e fique latindo à noite, por outro lado isso pode ser inaceitável para seu vizinho. E está aí a origem de muitos conflitos.


Reclamações como barulho, dejetos de animais e às vezes até mesmo incidentes que envolvem ataques, são uma constante especialmente em condomínios, reforçando a necessidades e medidas efetivas que promovam uma boa convivência entre os condôminos.


Para a especialista em gestão de condomínios, Patrícia Costa, é importante que, por meio de comunicados e placas informativas, fique clara para os condôminos a legislação vigente no Estado de São Paulo em relação às questões que envolvem os animais nos espaços comuns, como por exemplo, a necessidade do uso obrigatório de focinheira para raças específicas.


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“É preciso estar claro e regulamentado normas sobre a circulação dos Pets nas áreas comuns, possibilidade de circulação no elevador social, permanência nos espaços de convivência, levando para aprovação assemblar esses itens no regulamento interno já existente ou através de um regulamento interno complementar específicos para Pets. Se tratam de questões bem delicadas, e as aprovações variam muito de acordo com o perfil do condomínio em relação as normas”, explica Patrícia.


A especialista aponta que existem práticas simples podem ser adotadas por condomínios para que os problemas possam ser minimizados.


1. Desenvolver informativos

“Fazer informativos constantes com as regras para circulação dos Pets, adotando práticas para garantir a segurança dos outros condôminos”, alerta ela.


2. Inserir placas educativas

Instalar placas educativas, em locais de grande circulação, prezando pelos cuidados das áreas comuns.


3. Instalar um suporte Cata Caca

“Instalar o suporte Cata Caca na área Pet, disponibilizando saquinhos e uma lixeira para descarte dos dejetos dos animais”, diz Patrícia.


4. Proibir a circulação de animais que não estejam com os tutores

Não permitir que os animais circulem sozinho pelo condomínio.


5. Estimular a vacinação e higiene

“Exigir que as vacinas do pet estejam em dia, e promover cuidados com a saúde e os cuidados com higiene, para não causar mau cheiro nos ambientes.”


6. Opções que minimizem carência de pets que ficam sozinhos

“Uma alternativa é solicitar ao condômino que deixe a televisão ligada e uma luz acesa ao sair, assim evitará que o animal se sinta sozinho e chore sentindo sua ausência”, finaliza a especialista.


Redação Dinheiro em Dia



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